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terça-feira, 11 de março de 2014

Análise- Bioshock 2

    No ano de 2009 foi lançada a primeira sequência do jogo do ano de 2007( Bioshock), Bioshock 2 que conta a história do primeiro Big Daddy bem sucedido  da história de Rapture chamado de Subject Delta que após sua suspeita morte, volta do coma oito anos após os eventos do  primeiro game( 1960), em 1968. O game foi desenvolvido pela 2K Marin, anunciado pela 2K Games.
    Começando pelo cenário, o game continua na mesma base de seu antecessor, mas agora com mais detalhes e lugares exploráveis em suas novas fases que são ainda mais sombrias e duradouras, com mais personagens a se comunicar. Os inimigos infelizmente, a mairoia deles se parecem demais com os do primeiro, mas os novos inimigos como os Alpha Series, são muito marcantes.
    Você pode escolher a dificuldade entre médio e difícil, e elas realmente se encaixam para o jogador mais Hardcore e para o casual, pois a dificuldade normal poderá passar o game sem grandes problemas, já na dificuldade difícil você enfrentará problemas como munição, combustível, falta de potions de vida e mana, e as coisas podem ficar mais complicadas se você seguir a proposta do game sem usar vita-chambers usadas para renascer o Delta.
    A jogabilidade do game é muito boa, porém ainda muito parecida, com novas armas e utensílios úteis, sendo elas o Rivet(rifle), machine gun, Rocket Launcher, Drill(furadeira), Shotgun, Spear Gun, além de uma arma que dispara dispositivos que podem hackear câmeras, Bots e torrent.
    A trama do game  é muito bem desenvolvida, e realmente é um dos principais motivos para comprar essa edição caso você tenha jogado o primeiro, mas não espere grandes inovações. Inicialmente conta a história do primeiro Subject Delta ( Big daddies que deram certo), e após certos eventos conta a jornada dele em busca de sua Little Sister Eleanor Lamb. Há reaviravoltas e a parte final do game varia dependendo de suas ações como matar ou salvar certos personagens e salvar todas as Little Sisters. Cada um muda uma parte diferente da reta final.
    Foi introduzido o modo Multiplayer nesse game, que sinceramente não me apeteceu muito. Após dez partidas passa a ficar cansativo e monótono. O interessante é que  você pode viver um pouco de como era Rapture em seus anos de ouro em missões alternativas onde você pode escolher um entre vários personagens muito únicos e carismáticos contando com as armas e locais do primeiro game.
   Bioshock 2 é um ótimo jogo e uma digna sequência ao GOTY de 2007, porém a franquia realmente necessitava de novos ares e aprimorar ou extinguir o Multiplayer.

              Nota Final - 9;0







terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Análise Retrô- Bioshock

  No ano de 2007, foi lançado um dos melhores jogos feitos até hoje para a atual e todas as gerações de videogames por causa de sua temática revolucionária, gameplay ótimo, história impecável e gráficos incríveis para a época e bons até hoje.
 O jogo se passa em uma cidade debaixo da água, criada por cientistas que estavam cansados de ser limitados pera moralidade e religião. A trama do game é muito boa e detalhada, que conta a história de Rapture, desde sua glória até o momento que  quando o personagem chega a metrópole completamente destruída. Esta é a parte da história que para se aprofundar, você tem que explorar, mas a campanha de Jack durante o game contém incríveis reviravoltas que fará você se lembrar desse jogo por muito tempo como um dos melhores enredos já feitos.
  A jogabilidade do game é no estilo FPS, onde que você carrega uma arma em uma da mãos e um Plasmid(magia) em outra, que flui muito bem,mostrando os efeitos do golpe, efeitos especiais quando você usa o cenário a seu favor e que também era inovador para a época, diferentemente dos jogos de hoje em dia. Os inimigos foram muito bem desenvolvidos, sendo eles pessoas viciadas em ADAM,divididas em diversos tipos de luta, e Big Daddies, um "humano" que serve à Little Sister( menina cuja possui a fonte dos poderes) que possui uma armadura que se assemelha a de um mergulhador, onde carrega ou um lança granadas ou uma espécie de furadeira enorme.
   A ambientação e cenários são quase perfeitos, tanto por mostrar uma cidade inicialmente utópica, agora destruída pela ganância e a estrutura de todos os edifícios e instalações construídas no local que é  em um vasto e fundo oceano.
   Concluindo, Bioshock, mesmo não possuindo nenhuma espécie de multiplayer, foi um dos jogos mais marcantes que já joguei por causa de todas suas características, mesmo tendo algumas pequenas falhas como  a falta de instrução em alguns momentos.


Nota Final- 9.5

   

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Análise- Grand Theft Auto V Online

     Após algumas semanas depois do lançamento de Grand Theft Auto V, foi lançado gratuitamente o seu modo Online, que assim como o jogo, criou muitas expectativas. Para ficar melhor, as analises de ambos modos vão ser separadas, afinal o modo Online de GTA é quase uma expansão.
     Em suas primeiras semanas o modo Online estava quase impossível de jogar, isso porque várias pessoas se conectaram, causando lotação nos servidores, oque impediam das pessoas jogarem. Com o passar do tempo, foram lançando vários Patches corrigindo estes problemas e atualmente é possível jogar o game normalmente. Inicialmente você deve criar o seu personagem na qual irá controlar, nele você pode mudar a aparência, roupas e acessórios. Quando se inicia, mostra uma cena de seu personagem chegando a Los Santos, ele é recepcionado pelo amigo de Franklin,  Lamar. O modo Online não apresenta uma história em si, apenas o seu personagem chegando a Los Santos. O mapa é igual ao mapa visto no modo história do game. No modo Online é possível chamar seus amigos, e ficar fazendo várias coisas juntos. Após um tempo pode enjoar, porem você pode tirar rachas, corridas... A medida que você vai jogando seu personagem vai ganhando level e dinheiro. Com o dinheiro você pode comprar carros, garagens e até apartamentos. Quando você tem apartamentos, você pode chamar seus amigos para visitar e fazer uma festa.
     Além do mundo aberto online, possui também os modos clássicos como TDM, Mata- Mata. Você pode fazer apostas antes de começar cada partida e ganhara ou perdera dinheiro no final. As armas que você usa nesses modos precisão ser compradas por você em uma loja no mundo aberto.
     GTA Online é uma boa adição ao jogo, porém poderia ser muito mais trabalhado. A Empresa já confirmou que irá ir lançando patches que ampliará os serviços e trazer mais novidades. Mas mesmo com esses problemas, GTA Online consegue fazer você se divertir muito, principalmente quando você está junto com seus amigos.


     Nota Final- 8,0


                                                

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Análise- The Last Of Us

    The Last Of Us foi lançado em junho deste ano, exclusivamente para o Playstation 3. O jogo foi desenvolvido pela Naughty Dog e publicado pela Sony Computer Entertainment. O game tem foco na sobrevivência de um mundo pós-apocalíptico. 
    No começo do game, Joel tem sua filha morta por causa dos soldados que tinham como matar as pessoas de um cidade que havia acabado de ser infestada por uma espécie de monstros com fungos. Esses monstros possuem várias etapas, como a inicial na qual apenas seu corpo está com alguns fungos, a média que seriam estaladores na qual sua cabeça não existe e eles são cegos e apenas atacam quando houvem barulhos e por ultima, seu corpo inteiro está com fungos. Alguns anos se passa e Joel ainda tenta esquecer o passado com sua filha. Joel, juntamente com sua amiga Tess, se encontra com Marlene onde da a missão de levar Ellie, uma garota imune a essa epidemia, aos Vaga-Lumes, para tentar gerar uma cura a essa doença. Durante estes trajetos, novas pessoas vão aparecendo, mas a maioria da história são Joel e Ellie juntos. Com o passar do tempo, ambos vão pegando afinidade um com outro. Cada personagem tem a sua característica, como Tess é uma mulher dura, e Ellie é uma garota apegada as pessoas. O enredo do game é muito interessante, com um final surpreendente.
       Os gráficos do jogo estão muito bonitos, com as coisas do cenário bem detalhadas. A ambientação do jogo é muito bonita, pois se trata de um mundo pós-apocalíptico e você percebe a natureza cobrindo as casas, e você também percebe os detalhes dos lugares em que você passa, seja em cidades, ou em casas abandonadas e esgotos. A dificuldade do game é alta, entre as dificuldades disponíveis ( fácil, normal, difícil, sobrevivente), até na dificuldade fácil terá momentos em que será difícil de se passar em alguns momentos. No game, a exploração é um fator importante, pois você vai precisar de muito suprimentos, seja em batalhas contra monstros ou com humanos. Você pode evoluir sua arma, ou fazer itens que farão você ter uma vantagem em combate.  O game apresenta um arsenal grande de armas, porem as munições são muito escassas. Um ponto ruim do game, é que os objetivos principais são repetitivos e após um tempo eu já conseguia prever qual seria o próximo objetivo. A jogabilidade do game é boa, ela é muito bem fluida nos combates corpo a corpo, e responde bem aos comandos.
      O multiplayer do game é bem interessante, inicialmente você deve escolher uma jornada como caçadores ou vaga-lume. Você possui um clã, e neste clã é preciso de suprimentos e para isso você deve vencer as partidas. As partidas são tensas, pois você deve andar junto ao seu time, que tem 17 vidas, caso você seja individualista, você vai acabar morrendo facilmente.
       The Last Of Us, é um game excelente, que os pontos negativos cobrem os pontos negativos. Ele faz jus ao estilo sobrevivência e é um game obrigatório para aqueles que possuem um Playstation 3.


Nota Final- 9,6

                                                       

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Análise- Battlefield 3

  Battlefield 3 foi lançado no dia 23 de outubro de 2011 e foi lançado para Playstation 3, Xbox 360 e PC. Battlefield 3 foi um dos concorrentes a melhor shooter do ano de 2011, e ganhou vários prêmios. O seu principal concorrente, é a franquia Call Of Duty. Battlefield 3 foi desenvolvido e publicado pela Electronic Arts.
  A campanha do game gira em torno de um interrogatório, onde precisa saber o local que um bomba irá se explodir. Para isso você passará por vários momentos de flashbacks para saber a história e para saber mais sobre o atentado que irá acontecer, não existem muito personagens marcantes, durante a campanha você joga com vários soldados diferentes, mesmo não contando com personagens marcantes existem aqueles que se destacam mais na trama, como o soldado Dima. A trama tem momentos parados, onde você percebe que poderia haver mais emoções, porem quando ele chega na reta final, ela ganha um ânimo, e você fica ansioso para ver o que acontecerá. Assim como a história, a campanha terá momentos meio enjoativos, onde você "cansa" de ficar jogando a campanha, porem na reta final, a ação fica intensa e quando acaba o game você fica com um "gostinho de quero mais". De uma forma mais resumida, a campanha do jogo não é muito longa, conta com um enredo bom ,mas poderia ter mais potencial e conta com momentos viciantes e enjoativos para jogar. Os gráficos do game estão muito bons, e no PC está excelente. A ambientação do game está boa, terá momentos em que você ira combater nas ruas e também terá momentos que combaterá no Shopping. A jogabilidade está padrão de um shooter. A dificuldade varia, porem por ser um simulador terá momentos em que você terá dificuldade para se passar de uma determinada fase.
  Battlefield é também muito conhecido pelo seus mapas gigantescos apresentados para gente no multiplayer, e neste game não é diferente. Os mapas apresentados no game são muito grandes, por isso em muitos mapas você usará veículos como tanques, aviões, helicópteros... O game também apresenta vários modos de jogo, como Teamdeatchmath, domination... Você pode escolher o modo e mapa que ele procurara um servidor com uma partida em andamento. O multiplayer dele também vai habilitando armas conforme você vai ganhando XP e subindo de level. A conexão é muito boa, o multiplayer suporta até 32 pessoas nos consoles e até 64 no PC. O game também apresenta o modo Coop onde você faz determinadas missões com alguém Online, mesmo não tendo muitas missões, jogando com uma amigo é divertido porem jogando com uma pessoa qualquer ele se torna um tanto quanto enjoativo.
    Battlefield 3 é um ótimo jogo shooter, com uma campanha que poderia ser muito melhor, com um multiplayer ótimo, e um coop divertido quando jogado com amigos. Este é o tipo de jogo ideal para aqueles que forem utilizar tudo que ele tem a oferecer.

     
        Nota Final- 8,0



quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Análise- Call Of Duty: Black Ops 2

    No dia 13 de novembro de 2012 foi lançado o game Call Of Duty: Black Ops 2. Como é o típico revezamento anual entre as produtoras Infinity Ward e a Treyarch da franquia COD, Black ops 2 ficou a carga da Treyarch. O game apresenta 3 modos: Campanha,multiplayer e Zombies.
   A campanha se passa durante os anos de 1980 e 2025, o contexto do game é a guerra fria. O protagonista se chama Harry Mason, um soldado do exército americano, ele trabalha junto com Frank Woods. O foco do game é a captura de Raul Menedez em 2025, mas vamos saber o porque da captura dele jogando missões flashbacks. O enredo do game varia dependendo das escolhas em que o jogador faz, por exemplo se você em uma certa missão faz uma escolha de matar um aliado na missão seguinte ele estará morto, mas caso você queira deixa-lo vivo na missão seguinte ele ainda fará parte do enredo. O game apresenta várias escolhas, e possui 4 finais diferentes. A determinação do seu final vai virar de suas escolhas e se você ira fazer ou não missão de forças de ataque. Essas fases são missões onde em um determinado mapa você ira ter que fazer um objetivo, e você pode ser tanto soldado quanto máquinas. A trama do game é boa, ela da destaque aos personagens veteranos na sério como Woods e também para personagens novos como o antagonista Raul Menedez. Os gráficos do game estão relativamente bom, mas eles novamente utilizaram o mesmo motor gráfico dos Call Of Duty anteriores e apenas fizeram melhorias. A jogabilidade está boa e a dificuldade do game vai variar conforme a dificuldade que você escolher, caso você escolha a dificuldade recruta você dificilmente morrera, mas caso escolha veterano em poucos tiros você ira morrer. Desta vez, no modo campanha temos a opção de customizar as classes de armas que iremos começar a jogar, igual ao do multiplayer.
      O multiplayer do game está melhorado comparado com o anterior, a conexão está boa.O multiplayer apresenta uma diversidade de mapas e vários modos como, Team DeatchMatch, Free For All, Search And Destroy... O multiplayer também apresenta o modo de se jogar em liga, onde tem regras de campeonatos oficiais e você vai upando a divisão em que você joga(ouro, prata, bronze...). A pontuação para você conseguir pegar Séries de Pontuação foi mudada, agora funciona como ScoreStreaks ou seja para você conseguir pegar, você precisa fazer pontos matando ou quando você joga um modo por exemplo Domination, você ganha pontos capturando uma bandeira. O game também apresenta o modo Zumbis, onde temos a opção de jogar Tranzit, onde por meio de um ônibus você vai passando por várias áreas do mapa( existe a possibilidade de se jogar somente nessas áreas onde você deve ir passando Hordas) e vai descobrindo a história do lugar ou fazendo missões como ligar a energia. Esse modo apresenta vários easter eggs, e por ultimo no modo zumbis o game apresenta o modo Aflição onde uma equipe deve fazer a outra ser mortas por zumbis.
      Após tudo isso, percebe-se que este game de uma inovada a série, porem percebe-se que muitos outros aspectos foram mantidos como o multiplayer que embora tenha mudanças significativas, percebe-se muita semelhança com os anteriores, e poderiam dar uma inovação a ele. Mesmo apresentando alguns problemas, este sem duvida é um dos melhores Call Of Duty feito nos últimos anos. 

     Nota final- 8,3

                                                    

domingo, 11 de agosto de 2013

Análise- Call Of Duty: Black Ops Declassified

    No dia 13 de novembro de 2012, juntamente com Call Of Duty: Black Ops 2 foi lançado, exclusivamente para PSVita o game Call Of Duty: Black Ops Declassified. O game foi desenvolvido pela Nstigate Games e publicado pela Activision.
   O enredo do game se passa entre os acontecimentos de Call Of Duty: Black Ops e Call Of Duty: Black Ops II. O game traz de volta os personagens do primeiro Black Ops, Frank Woods e Alex Mason. O enredo não é muito trabalhado, e sim é apenas uma justificativa, por exemplo, antes de começar uma missão, tem uma pequena narração falando que tem algo no lugar e que um certo personagem vai até lá. A campanha principal é muito curta chegando a durar apenas 50 minutos. E as fases da campanha são sempre as mesmas coisas como por exemplo ir até um lugar e salvar alguém, matar alguém... As fases possuem uma alta dificuldade, e quando você está jogando você vai passar por muitos momentos estressantes, principalmente por causa que o game não existe o sistema de CheckPoint, logo se você morrer no final de uma fase, você terá que recomeça-la desde o começo. A inteligencia artificial dos inimigos é ruim, ele apenas atiram em você sem nenhuma estratégia, e existem muitos bugs, como inimigos presos na parede. Os gráficos do game estão bons, porem poderia ser mais trabalhado. A jogabilidade está boa, principalmente por se tratar de um portátil, porem você vai encontrar dificuldades ao jogar uma granada, e você pode se atrapalhar na hora de correr com o seu personagem. Além do modo campanha, o game apresenta o modo time trial, onde seria uma especie de tutorias vistos em outros Call Of Duty, onde sua missão é fazer o melhor tempo possível, atirando em inimigos de papelão que vão surgindo durante as fases. O game também apresenta  o modo Hostiles, onde é uma espécie de Spec Ops, onde você precisa sobreviver hordas de inimigos, e a cada final de horda você ganha um care package, onde pode conter munição, um killstreak ou armas, este modo apresenta seis diferentes mapas e ele é muito divertido de se jogar, porem você não pode jogar ele em coop.
    O multiplayer do game apresenta apenas 5 modos de jogo e não existe a opção de modo HardCore, os mapas não são muito grandes e você tem a opção de passar de prestigio quando você atinge o level máximo. A conexão não está muito boa, muitas vezes você entra na sala e quando carrega o mapa, ele volta para o menu do multiplayer.
    Black Ops Desclassified é um jogo razoável, com uma campanha relativamente boa, mas curta demais, com um multiplayer que é legal, mas apresenta problemas de conexão e existe poucos modos. O game está sendo vendido muito caro pelo que ele apresenta, deveria ser muito mais trabalhado, principalmente por se tratar de uma franquia tão grande.

Nota Final- 4,5

                                           



domingo, 28 de julho de 2013

Análise- Resident Evil 5

   Resident Evil 5 foi lançado em 2009 para PC, Xbox 360 e Playstation 3, ele foi desenvolvido e publicado pela Capcom. Os protagonistas do game são Chris Redfield ( conhecido pelos games antigos da série) e a nova protagonista, Sheva. Inicialmente o jogador apenas pode jogar com Chris, porem quando o jogador zerar o game, ele poderá jogar com a Sheva.
   Desta vez Chris trabalha para BSAA, uma empresa que é contra o bio-terrorismo. Chris ainda está se sentindo culpando, pois em sua última missão, sua parceira Jill Valentine foi morta por Albert Wesker.  Após um tempo desde esta missão, Chris foi enviado para a África, para tentar capturar o contrabandista, Ricardo Irving. Logo que ele chega no local, ele se depara com Sheva, uma membra da BSSA, que vai ser sua parceira na missão. Os dois caminham por um tempo no local, e todas as pessoas que estão naquele local ficam encarando Chris e Sheva. Após um tempo,eles encontram um mercenário que entrega armas para eles. Após eles explorarem o local, eles veem uma pessoas sendo infectada por outros e logo em seguida esta pessoa os ataca. Logo depois disto, eles percebem que todo o lugar está infectado e todos estão tentando matar Chris e Sheva, eles conseguem escapar disto, e ficam com o foco na sua missão, porem após Chris descobrir que Jill tem chance de estar viva, Chris rapidamente faz sua missão principal, e depois se preocupa para ver se Jill realmente está viva. A trama tem um potencial bem forte e apresenta personagens muito marcantes na série, porem tem momentos que ela não é muito bem explorada, porem os fãs da série vão gostar muito do enredo para descobrir qual vai ser o final deste game.
    Conforme o jogador vai passando as fases, ele ganha pontos e esses pontos podem fazer upgrades nas armas, que após finalizar o game e fazer o upgrade máximo na arma, ela fica com munição infinita. Após finalizar o game, você pode trocar as roupas dos personagens e mudar o "estilo de tela", por exemplo você pode jogar com a imagem em preto e branco. O game conta com uma grande variedade de inimigos e chefes. O game conta com um grande arsenal de armas, e a jogabilidade foi melhorada comparada ao seu antecessor, porem você ainda não pode atirar e andar ao mesmo tempo. Os gráficos do game estão ótimos, eles surpreendem até nos dias de hoje. A inteligencia artificial dos inimigos é boa, porem a inteligencia de seu parceiro é meio ruim. O game pode ser jogado em coop seja em tela divida ou em multiplayer. O game também conta com o clássico modo mercenários, onde seu objetivo é matar o maior numero de inimigos em um determinado tempo.
   Uma coisa que decepcionou muito, foi que o game é totalmente com o foco na ação, são poucos os momentos em que você se sente com medo. Resident Evil 5 é um game exelente de ação, com poucos momentos de terror, tem gráficos bonitos, uma enredo bom mas deixando um pouco a desejar e uma campanha que dura em média 7 horas.

Nota Final- 8,5

                                             

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Análise Retrô- Resident Evil 4

    Resident Evil 4 foi lançado em 2005 desenvolvido  pela Capcom, inicialmente ele era para ser um game exclusivo de GameCube, mas a exclusividade foi quebrada e no mesmo ano foi lançado para Playstation 2, mas atualmente você encontra para PC, Nintendo Wii, Zeebo, Playstation 3 e Xbox 360. Neste game a série renovou, mudou o estilo de gameplay, focou na ação porem ainda contava com momentos de Survivial Horror, e os gráficos estão bem feitos para a época .
    O jogador controla Leon S. Kennedy, que está em um vilarejo na Espanha para ver se consegue pistas de onde está a Ashley Graham, a filha do presidente que foi sequestrada. Quando Leon chega, ele logo percebe que as pessoas estão infectadas com alguma doença, e os policias que são parceiros de trabalhos de Leon, são mortos quando ele está investigando uma casa. Após um tempo, Leon descobre que todas as pessoas que estão no vilarejo estão infectadas e que todas as pessoas seguem um culto. Após um tempo de busca Leon descobre que Ashley está dentro de uma igreja e ele consegue a salvar, porem quando ele sai, ele se depara com Osmund Saddler, que é o líder do culto da vila que se chama, Los Illuminados. A partir deste ponto muitas reviravoltas acontecem na história e o jogador também vê vários personagens que apareceram em outros jogos da série como Ada Wong e outros que são "novatos" da série como Luis Sera. A Ashley te acompanha muito tempo da campanha, e ela não era muito esperta por exemplo ela precisava  de Leon para descer uma escada, mais provavelmente os desenvolvedores fizeram assim para deixar com um clima mais de terror, pois assim o jogador sabia que não podia contar com ela na hora de perigo e sim precisaria ajuda-la para não deixar um inimigo carrega-la para outro lugar. O game contava com um grande numero de inimigos, seja como chefes ou inimigos normais e um dos mais marcantes era o homem da serra, como diziam. O game não contava com os clássicos zumbis.
     A jogabilidade mudou muito comparado aos antecessores, agora a câmera se posicionava atras do jogador, e por meio de uma mira laser o jogador atirava, porem o jogador não podia atirar e andar ao mesmo tempo. Leon carregava uma maleta, onde você colocava os seus itens, mas o espaço era limitado, fazendo assim o jogador gastar um tempo para poder organizar os itens, as maletas poderiam ser aumentadas de tamanho, comprando a maior em um mercenário, que se encontrava em lugares muito estranhos , neste mercenário o jogador poderia comprar armas, ervas para melhorar sua vida, mapas, você também poderia vender seus itens e fazer melhorias para sua arma.  O jogador controlava Leon, e em apenas um capítulo ele controlava Ashley. Além da campanha o jogador tinha o modo mercenário, onde o jogador tinha que escolher um personagem ( Leon, Krauser, Wesker, Ada...) e conseguir matar mais inimigos em um determinado tempo. O game também contava com o modo Separate Ways, onde era uma campanha vista do ponto da Ada e também tinha um mini-game chamado Assignmente  Ada, que também o jogador controlava Ada.
    Uma das coisas mais criticadas do game foi a falta do Survivial Horror, porem mesmo o game tendo foco na ação, ele havia partes de Survivial Horror, como quando Leon está em um corredor e mostra que um inimigo está vindo atrás de você. Mesmo o game tendo foco na ação, ele foi muito elogiado, mesmo com estas criticas e se tornou um dos títulos mais conhecidos no mundo dos games.

Nota Final- 9,5

                                               
          

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Análise- Playstation All-Star Battle Royale

  Playstation All-Star Battle Royale foi lançado no dia 20 de novembro de 2012 para Playstation 3 e PSVita, o game foi produzido pela Santa Monica Studio e SuperBot Enterteniment e publicado pela Sony. O game é estilo crossover, ou seja, é uma luta entre vários universos de personagens ao estilo Super Smash Bros.
   O game conta com o modo single-player, multiplayer e versus. Na parte do modo single-player temos o modo arcade, neste modo o jogador terá que escolher um personagem e com ele vencer batalhas até chegar no boss final, as batalhas são contra 1, 2 ou 3 personagem. O modo arcade não apresenta uma história, apenas algo para o personagem estar ali, com uma pequena cutscene composta por imagens mostrando o motivo do personagem estar lutando. Uma luta antes do boss, seu personagem lutará com um personagem que apresentará um motivo irônico dos dois estarem lutando, por exemplo, Raiden luta contra Cole pois Cole pergunta se Raiden quer ser amigo dele e Raiden fala que ele luta sozinho e Cole fala que então só tem um jeito de resolver, que é lutando. Nós também contamos com os tutoriais, modo prática e o modo trials. O game conta com o modo multiplayer, onde tem ranked e quick match. Ambas podem ser jogadas em até 4 jogadores, e o modo quick apresenta algumas regras como o 2 contra 2, ou a partida finaliza contando kills e não pontos.Para você vencer uma partida, seja no modo single ou campanha, você precisa golpear os inimigos até você conseguir um especial de nível 1, 2 ou 3 e quando usar esses especiais você poderá tirar o inimigo do cenário e isso conta ponto e kill para você. Cada personagem tem o seu especial e o seu movimento usado nos jogos.
     O game conta com 20 cenários e 20 personagens. Existem cenários que não possuem seus personagens como o cenário de Resistance. As vezes no meio de um cenário pode haver intervenções de outros jogos, como por exemplo, no cenário do LittleBigPlanet, no meio entra o jogo do Buzz( jogo de quiz) e fara uma pergunta e você terá que ir na plataforma onde tem a resposta, caso contrario você tomara uma tortada na cara. A lista de personagens é boa, mas não são muitos e você sente falta de alguns como o Crash. Conforme você joga com esses personagens você desbloqueia no intro de luta para ele, música de vitória, skin, comemoração.
      Os gráficos estão bons e o game está dublado em português brasileiro, porem no caso do Dante, estranhamente ele fala inglês. Playstation All-Star Battle Royale é um jogo divertido de luta, que não possui muitos personagens, com um modo arcade viciante por um tempo, mas você vai enjoar depois de muitas vezes que você jogar, um modo multiplayer muito legal, principalmente se você jogar com seus amigos.

Nota Final- 8,0

                                                            
    

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Análise- Alan Wake

  Lançado em 2010 para Xbox 360 e em 2012 para PC, Alan Wake é um jogo de horror psicológico produzido pela Remedy Entertainmet e publicado pela Microsoft Game Studio. Já vale lembrar que o game é totalmente single-player ou seja ele não possui multiplayer.
   A trama do game é interessante e ao mesmo tempo complexa. Alan Wake é um escritor, que há dois anos não consegue publicar livros pois ele não tem uma "ideia". Sua esposa, Alice, decide passar as férias na cidade de Bright Falls, e logo quando chegam na cidade Alan vai até uma lanchonete para pegar as chaves de sua cabana, porem ao procurar o sujeito que teria as chaves, ele se depara com uma mulher de véu preto que entrega as chaves para Alan. Chegando na cabana, a esposa de Alan, que tem medo do escuro, pede para Alan ligar o gerador para acender as luzes, assim que ele liga o gerador, Alice chama Alan para o quarto dizendo que ela tem uma surpresa para ele. Assim que Alan chega no quarto, ele se depara com uma máquina de escrever, e isso deixa ele com muita raiva pois o propósito de Alan estar ali era para descansar, e Alice diz que aquele lugar poderia fazer Alan trazer as ideias de voltas, mas mesmo assim Alan fica com raiva e sai de casa. Quando ele esta lá fora, ele ouve sua esposa gritar, Alan corre para salva-la e descobre que ela está no rio e que algo está a puxando para dentro do rio, porem quando ele vai salva-la ele perde a consciência e acorda dentro de um carro que sofreu um acidente. Depois disso Alan quer resposta sobre oque aconteceu, porem ele se depara com criaturas nas florestas, e com várias páginas no chão. Essas páginas revelam que tudo aquilo que está acontecendo é algo que Alan escreveu. Isto é apenas o começo da história do game, que conta com várias reviravoltas e vários personagens marcantes como seu amigo Barry e a xerife Sarah.
        O game conta com seis capítulos, e o game gira em torno de 7 a 9 horas. O game segue estilo de uma série de TV, com o começo do capítulo mostrando cenas anteriores vistas e a cada final de capítulo uma musica. O capítulo é divido em duas partes, uma no dia, onde você não enfrenta nenhum inimigo e sabe mais sobre o enredo e a noite onde você enfrenta inimigos. A ambientação do game é muito boa, e o jogador fica a maior parte do tempo nas florestas. Os inimigos podem ser objetos ou pessoas, essas pessoas estão tomadas pela escuridão e para consegui-las matar você precisa ilumina-las com uma lanterna e depois que a escuridão sumir você precisa atirar nelas. Para desviar de ataques você precisa apertar botão, e mostrara em câmera lenta o desvio de Alan. Isto é bom, porem quando tem vários inimigos e você quer fugir, isto pode de atrapalhar um pouco. Para você recuperar sua vida, você precisa ir até em um poste de energia, onde regenera sua vida, porem quando Alan corre ele se cansa muito rápido, e isso vai causar momentos de frustração. 
          Em certas partes a noite, o jogador terá momentos de sustos, medo, e até de ação, como na parte do palco de rock. Mesmo com algumas falhas, Alan Wake consegue ser um jogo excelente, que faz o jogador ficar intrigado pelo seu enredo e pela gameplay.

Nota Final- 9,2


                                      


  

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Análise- Resident Evil Operation Raccoon City

     Resident Evil Operation Raccoon City foi desenvolvido pela Slant Six Games e publicado pela Capcom, ele foi lançado no dia 20 de março de 2012 para Xbox 360, Playstation 3 e PC.
      O game se passa durante os acontecimentos do Resident Evil 2 e 3, onde começa o surto na cidade de Raccoon City, e um grupo da Umbrella deve ir até a cidade para eliminar as provas que a Umbrella foi a causa disso. Neste mesmo tempo, o governo dos Estados Unidos manda soldados para saber qual foi a causa deste vírus. O enredo não é muito interessante, pois ele tem este foco e nada mais. Na campanha você controla os soldados da Umbrella, seu grupo tem quatro soldados, porem você pode selecionar entre seis soldados. Os soldados são Lupo, Vector, Bertha, Spectre, Four- Eyes e Beltway. Pouco se sabe sobre cada um desses personagens, pois o game não da praticamente nenhuma informação deles. Conforme você joga, você ganha XP, o XP serve para comprar habilidades para personagem, por exemplo Vector fica invísivel, vocè pode comprar melhorias da habilidade por exemplo Vector fica invisível por mais tempo e você pode comprar armas. A campanha é bem curta, gira em torno de 4 a 6 horas de jogo, e existem 2 finais diferentes, porem você na reta final fara uma escolha para saber qual final será o seu. Uma coisa ruim é que depois que você faz esta escolha, o game apenas joga você em uma arena, como se fosse um TDM e isso não faz muito sentido naquela hora. Por se tratar de um Resident Evil que se passa durante os acontecimentos do Resident Evil 2 e 3 você visitará lugares muito nostálgicos como a delegacia de polícia e virá muito personagens conhecidos como Claire, Leon, Sherry e também enfrentará muito monstros nostálgicos como Nemesis, Birkin e Tyrante. No game existem os "clássicos" zumbis, porem grande parte do jogo você enfrenta os soldados do governo, deixando o game totalmente de ação. Os gráficos estão medianos, com alguns serrilhados de repente e a inteligência artificial do seus inimigos é péssima, muitas vezes ele vão em cima de bombas. O cover do game não funciona muito bem, quando você fica nele, você toma dano dos soldados que estão te atacando.
      Além de poder jogar a campanha com até quatro pessoas online, o game apresenta outros 4 modos de jogo online, eles são muito divertidos no começo, pois depois você vai enjoar muito rápido. No modo multiplayer você pode controlar os heróis como a Claire, Leon, Jill....
       Podemos concluir que Resident Evil Operation Raccon City é um spin off, totalmente ação, com uma campanha que chega até viciar, porem muito curta. O game é focado no multiplayer com gráficos medianos e uma jogabilidade deixando a desejar.  

Nota Final- 5,5

                                              

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Análise- Tekken Tag Tournament 2



 No segundo semestre do ano passado, 2012, foi lançado o mais novo game da franquia já consagrada Tekken, com o segundo jogo da subdivisão feita com lutas realizadas em duplas onde que se algum perde seu HP, o round se acaba, chamada Tag Tournament.
  A jogabilidade do game segue os padrões de Tekken com algumas mudanças, interações muito bem feitas com o cenário ao realizar golpes fortes,e com uma maior fluidez ao fazer golpes únicos e combos( que continuam com a base de serem difíceis de serem realizados mas extremamente úteis) para cada personagem. O que realmente marcou a jogabilidade foram as trocas que podem ser realizadas durante uma "pegada", enquanto você está apanhando e do nada aparece vindo do ar o seu parceiro quebrando o combo inimigo ou uma troca simples.Infelizmente se eu jogar Tekken 6, e depois este, não vou notar uma grande evolução que motiva alguém que possui o sexto comprar o TTT.
   Os cenários são os mais cômicos que apareceram até agora em todo o tekken, incluindo uma arena com o Snoop Dog, terra de flores e muito mais fazendo que o jogador realmente observe o ambiente em si, mas não faz isso um fator que destaca o game.
   O gráfico se tornou muito mais bonito e com muito mais cores,porém é muito fácil de perceber que é utilizada a mesma engine para todos os aspectos desde muitos jogos atrás. onde que até em alguns cenários caso haja areia, barro, água, gosma, ao derrubar algum personagem faz que ele se suje inteiro com estes componentes. Os danos físicos continuam a fazer que sejam aquelas manchas vermelhas comuns a série, e também símbolos e frases, caso você tenha altos níveis em partidas online
     A customização volta de longe, em sua melhor forma, com mais variedades para comprar roupas para uso do seu lutador, e finalmente você pode comprar acessórios e armas que realmente ajudam durante uma batalha, mesmo que seja complicado saber usa-las corretamente.
      O enredo do game continua na mesma base. A cada vez que você completa o modo Arcade, dependendo de quem você escolhe, libera a continuação da história deste determinado lutador, como na maioria das vezes, um temporário desfecho para algumas "sagas" presentes nos últimos games, e também em outros novos arcos abertos. Também foi criado um modo chamado Fight Lab, que contém um enredo divertido e simples baseado em testes de um homem em um robô de luta.
      Os modos de luta  do TTT2 são o Arcade, Online, Fight Lab,Team battle, Versus e Pair Play. Estão muito divertidos mas alguns realmente senti que algo faltou, como no Arcade não há mais a presença de lutas especias durante o modo, ou mesmo lutas relacionadas a história dos personagens. E o Fight Lab, apesar de ser divertido e uma ótima iniciativa, em alguns momentos chega a ser irritante e desestimulador.
      O multiplayer volta com lutas rankeadas, normais, lutas regionais e torneios. Divertidas e além do mais, você pode escolher o nível de conexão exigido e o nível do lutador que você quer enfrentar em relação ao seu. Os torneios são legais e há uma grande quantidade de pessoas jogando, e as lutas regionais serevem de praticidade de achar gente quando estiver sem paciência.
       Concluindo, TTT2 é um ótimo jogo e segue os passos da série, porém fatores "caça-miqueis" e outras coisas o tiram de ser o melhor da série.






Nota Final- 8.0

domingo, 30 de junho de 2013

Análise- Gears of War Judgment

  No mês de março de 2013, foi lançado uma Prequel dos games da série Gears of War, chamado Judgment ( julgamento), onde que conta os acontecimentos após o famoso Dia D, conhecido pela série, e pode ser considerado um dos melhores games da franquia.
  Os cenários do jogo estão realmente muito bonitos, praticamente perfeito, pois mostra a cidade ainda sendo destruída pelos Locusts, e também restos de comemorações com faixas e bandeira, que apresentam a  vitória dos COG na guerra civil. Isso tudo é muito bonito porque a Epic, passou a deixar seus ambientes coloridos, com efeitos de explosões, tiros, mortes e também edifícios com detalhes belíssimos. A renderização teve sua velocidade aumentada muitas vezes.
   Os protagonistas do game são Baird, Cole, Paduk( perdedor da guerra civil) e uma cadete que não simpatiza com nenhum dos outros inicialmente, chamada Sofia. Eles estão foram muito bem desenvolvidos e é muito interessante ver um Baird otimista, e um derrotado que tem que se envolver com o exército vencedor.
    A jogabilidade do game segue o padrão Gears, só que com algumas mudanças e deixou de ser menos travado, do que os antecessores que gestavam tentando deixar os  movimentos mais fluídos a cada versão. A adição de ondas foi muito boa, mas é utilizada ao extremo, e os novos Locusts e poucas armas, ajudaram muito para que os fãs não ficassem saturados em relação à série.
    O multiplayer retorna de uma maneira bem divertida, especificamente para mim que não tinha jogado os outros Multiplayers devidamente, apenas zerando a campanha diversas vezes. Os modos são o Invasão, que achei o mais divertido, pois os locusts tem que tomar a base dos COG, onde você controla ambos, TDM tradicional apenas com humanos, execução, onde que é o TDM tradicional da série, onde que quando você morre uma vez, fica morto até o fim da rodada ( muito legal), Todos contra todos tradicional e Mestre das Armas, um modo que você começa com um revólverm e tem que pegar armas do chão.
    O enredo está muito bom para uma prequel, que mostra os eventos após o dia D, quando Baird consegue o posto de Tenente, que junto com seu Squad, são levados ao tribunal por causa de uma ação para elminar locusts ilegal   . Mas em alguns casos acho que a trama poderia ser um pouco mais explorada, como por exemplo, poderia ter maior ênfase como a vitória dos COG. Também há o modo Aftematch, que conta o retorno de Baird e Cole a Halvo Bay, durante GoW 3.
    Gow Judgment trouxe muitas horas de diversão para mim e pode ser  considerado uns dos melhores games lançados até agora em 2013.


Nota final- 8,8





segunda-feira, 24 de junho de 2013

Análise- Counter Strike: Global Offensive

    Counter Strike: Global Offensive foi lançado no dia 21 de agosto de 2012 para Xbox 360, Playstation 3 e PC. Ele foi produzido pela Valve e pela Hidden Path Entertainmet. Lembrando que o game é focado apenas no multiplayer, ele não possui campanha e por isso, ele só vendido em mídia digital( Xbox Live, PSN, Steam). Você pode joga-lo online ou offline contra os bots.
    O game possui 16 mapas jogáveis, sendo 8 deles considerados clássicos( vistos em Counter Strike 1.6) e 8 novos mapas, que vemos pela primeira vez neste game. O tamanho do mapa varia conforme o mapa, existem mapas mais abertos, onde explora o confronto em áreas abertas, e existem mapas mais fechados porem com várias coisas, como casas, barracas... O game possui vários modos de jogo como Team Deatchmatch(  Contra terrorista X Terroristas), Corrida as Armas...... Como é de costume de qualquer game, Counter Strike passou por diversas atualizações para corrigir os bugs e melhorar a conexão, porem nessas atualizações vieram muitas outras coisas do que consertos de conexões e bugs. nelas vieram modos de jogo novo como DeatchMatch e muitos outros.
    A jogabilidade do game está boa, principalmente para as pessoas que estão acostumadas com títulos anteriores da série, porem quem é novo vai enfrentar dificuldade no começo, mas depois vai se acostumar rapidamente. O arsenal de armas está balançado, porem existem armas que são mais fortes do que as outras e na hora do combate quem possui essas armas tem uma vantagem, mas em quase todos os FPS esses tipos de coisa acontece e pode ser até bom, pois para você desbloquear estas armas, você precisa jogar para conseguir desbloqueá-las. Os gráficos estão bons, porem deixam muito a desejar para este ponto desta geração, assim como os sons das armas, que não é muito bom. A conexão é boa, principalmente depois dos diversos patches que o game passou.
    Counter Strike: Global Offensive é um game que possui alguns problemas, porem isto não diminui a diversão que o game apresenta. Este game faz jus a série Counter Strike, fazendo assim sentirmos o clima de nostalgia.

           Nota final- 8,5

                                                   

sábado, 15 de junho de 2013

Análise- Jetpack Joyride

   Para aqueles que não sabem, Jetpack foi um jogo gratuito que foi lançado primeiro para os sistemas operacionais Android e IOS. Ele foi desenvolvido pela HalfBrick Studios e foi lançado em 2011. Este game fez muito sucesso nos celulares, tanto sucesso que a produtora resolveu lançar o game gratuitamente para Windows 8 e pela PSN( Playstation 3 e PSVita).
    Como foi desenvolvido para celulares, Jetpack não apresenta um enredo concreto. A trama gira em volta de Barry, que decide roubar um Jetpack de um laboratório e fugir. O game não apresenta um final, o foco do game é competir para ver quem consegue percorrer mais distancias, desviando de misseis e lasers. Em determinados momentos da jogatina, você pode se deparar com itens para pegar, como uma maquina para você controlar. Você pode controlar, tipo um "dragão robô" porem estas maquinas, caso você morrer, você volta para a Jetpack normal. Você também pode pegar fichas no qual no final da partida você tenta a sorte em uma máquina, você poderá ganhar uma segunda chance, double coins na próxima rodada... Você pode comprar Jetpack diferentes, roupas, itens e maquinas de ouro para quando você conseguir pegá-las durante a gameplay. No game, você conta com missões, conforme você ganha missões, você ganha dinheiro e passa de nível.Essas missões são interessantes, pois você não fica enjoado muito rápido do game. Porem o game é simples é apos várias jogatinas você ira enjoar do game.
    Os gráficos dos celulares estão bons, de acordo com a limitação de cada aparelho, porem os  gráficos dos consoles e do PC deixa muito a desejar, mas tem uma explicação já que o game foi desenvolvido inicialmente para celulares. Embora JetPack apresente problemas, ele vale a pena testar, afinal é um game grátis para jogar.


Nota Final
Mobiles- 8,5
Consoles e PC- 7,5       

                                                                   

terça-feira, 4 de junho de 2013

Análise- Uncharted 2: Among Thieves

    Uncharted 2: Among Thieves foi lançado no ano de 2009 exclusivamente para o Playstation 3. O game foi produzido pela Naughty Doy e publicado pela Sony. Uncharted 2 é um game de ação em terceira pessoa com elementos de stealth. O game conta com 5 dificuldades diferentes, sendo a mais dificil liberada após você completar o game na dificuldade Hard.O protagonista do Uncharted , assim como no primeiro, é o Nathan Drake.
     O jogo começa com Drake acordando em um trem que está a beira de um abismo, todo feriado e com muito sangue. Neste momento o jogador precisa sair deste trem, porem o game já começa com um dos maiores pontos positivos no game, deverá sair do trem escalando e pulando até conseguir sair do trem. O jogador não sabe como Drake chegou a esta situação, porém o game conta tudo em flashbacks de como Drake chegou até aquele lugar. Tudo começou quando Harry Flynn e sua namorada Chole, que tem uma participação memorável nesta trama, convidam Drake a conseguir um tesouro no qual está escondindo em um museu, porem quando Drake consegue achar esta peça, ele é surpreendido pois é atraído por Flynn e a policia do museu chega e prende somente Drake. Enquanto Drake está na prisão ele recebe uma visita de Chole e Sully que diz que devem ir atrás de "coisas" do Marco Polo, e a partir deste momento o jogador enta em uma aventura onde há muitas reviravoltas e o jogador descobre como Drake foi parar no trem.O enredo poderia ser um filme, pois da forma que ele é contado deixa um enredo simples muito atraente. Ha trama tem personagens muito marcante como Sully, Chole e Elena, e principalmente Drake, que é um personagem muito carismático.
       A jogabilidade do game é muito boa, a movimentação é excelente. Drake pode carregar duas armas ao mesmo tempo e quatro granadas. Conforme você vai fazendo alguns objetivos, como conseguir 100 headshots, você vai ganhando dinheiro e este dinheiro pode desbloquear várias coisas, e na minha opinião as coisas mais legais são as Skins, pois você pode jogar a campanha inteira controlando a Chole,Sully, Elena,os inimigos e até o Boss Final. O game se passa na neve, nas floresta, nas cidades e é claro até em alguns tipos de "templos". O game tem  26 capítulos que no total duram umas 9 horas de gameplay. O gráfico está muito bonito e bem trabalhado.
       O jogo, diferente de seu antecessor, possui multiplayer. O modo multiplayer é muito bom, pode jogar o clássico deathmatch e também tem o coperativo para até  pessoas, porem quando você está jogando o multiplayer tem horas que você vai passar um pouco de raiva, pois o jogador não corre muito, mas tirando isso o multiplayer é excelente em ambos modos.


Nota final- 9,7

                                                        

domingo, 2 de junho de 2013

Análise- Ninja Gaiden 3

   Sou um grande fã da franquia Ninja Gaiden e mesmo que no começo do ano de 2012, esse ano foi de uma grande promessa a uma decepção para a imprensa e fãs, não liguei para isso e acabei adquirindo o game e tive uma surpresa pois o jogo en si era muito bom no singleplayer e até divertido no Multiplayer  mesmo que a dificuldade de fato tenha diminuido bastante do segundo jogo para o terceiro. NG3 foi desenvolvido pelo Team Ninja e publicado pela Tecmo.
   Começando pela jogabilidade, podemos perceber que sua base continua a mesma e muito divertida, mas com algumas mudanças como  apenas uma Main Weapon e apenas o arco e suriken como armas secundárias, que sinceramente não afetou em nada na minha jogatina pois foram desenvolvidas mecanicas novas, dinâmica um pouco mais rápida e a adição de um KillStreak. Algumas lutazs com chefes são muito boas e até chegam a ser bem difíceis retomando o espírito da serie mas em compensação  uns 2 chefes são monótonos e fáceis.
   Os gráficos ficaram muito mais bonitos  e detalhados do que os anteriores.Sendo o sangue, pessoas, armas, efeitos de explosões, etc. Apenas uma coisa que não me agradou foi a retirada da decepação de orgãos e membros do corpo humano. Para quem jogou os outro  Ninja Gaiden  sabe que Ryu podia arrancar cabeças do inimigo ao executar, cortar braços e pernas durante o combate e agora isso foi completamente retirado infelizmente.
    A trama do game é boa e interessante. A nova organização que contrata Rayabusa para destruir com os inimigos de ambas faz com que a historia se desenvolva de um jeito onde o lado sentimental de Ryu seja ativado de um jeito que nunca vimos antes na franquia inteira, e o resultado disso é um sucesso. É curioso também a presença de falas frequentes do protagonista.
     A ambientação segue-se no mesmo estilo de seus antecessores. Podemos notar cidades um pouco mais evoluídas do que as nossas com soldados com armas de fogo como bazucas e revólveres e armaduras, algumas vilas típicas japonesas com a presença de ninjas que utilizam armas brancas como espadas, kunais e shurikens e também há a presença de monstros enormes que são protagonizados como chefes de fases.
      O Multiplayer foi adicionado para a série de um jeito inovador e bem divertido, onde devemos matar uns aos outros ou chefes em operações Co-op( Isto também pode ser feito offline em uma dificuldade eleveda)  com equipamentos ninjas  utilizados por Ryu ao longo dos 3  games. Mas há algumas falhas de conexão e mecânica que faz  que as pessoas fiquem enjoadas após um tempo de jogo.
       Ou seja, gostei muito de Ninja Gaiden 3,(diferentemente da crítica), que mesmo com alguns problemas e perdas de marcas da série pode me trazer horas e horas de diversão.



       Nota Final- 8,0


Ninja Gaiden 3 box artwork.jpg

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Análise- Resident Evil 6

    Resident Evil 6 foi lançado em outubro de 2012 para Xbox 360 e Playstation 3 e teve sua versão para PC em março deste ano, desenvolvido e publicado pela Capcom. Resident Evil 6 é um jogo de ação com elementos de survivial horror. O jogo é dividido em quatro campanhas. Todas as campanhas, são possíveis jogar em coop, somente a campanha da Ada, que para ser jogada online é necessário fazer uma atualização gratuita. As quatro campanhas são - Leon e Helena, Chris e Piers, Jake e Sherry e da Ada.

                                                             


    A história se passa no ano de 2013 e a infecção se espalhou praticamente por todo o mundo.A história das quatro campanhas vão se cruzando com o decorrer do game.Na campanha do Leon, onde é a campanha que mais possui survivial horror, começa com a morte do presidente dos Estados Unidos,e a culpa vai para Leon e Helena.O vilão principal desta campanha é o Simmons, que chantageia Helena para conseguir matar o presidente. Já com Chris você deve exterminar os inimigos, porém quando Ada aparece, ela começa a ser o principal alvo da equipe, porém várias reviravoltas começam a acontecer quando Carla aparece. Enquanto tudo isso acontece, Jake tem um "organismo" que a empresa no qual Sherry trabalha precisa, lembrando que Jake é filho do memorável vilão da série Wesker.
     A jogabilidade está muito boa, houve uma grande evolução, principalmente do seu antecessor. A câmera as vezes se posiciona  em lugares estranho, atrapalhando um pouco o gameplay. O jogo contém o clássico modo mercenaries, onde você deve matar o maior número de monstros em um determinado tempo, e o modo Agent Hunt, onde você é um mostro e deve matar uma pessoa que está jogando a campanha com alguns dos personagens, este modo só pode ser jogado online.
     O survivial horror não predomina muito neste game, onde a campanha que chega a ter mais deste clima é a campanha do Leon. Não podemos levar muito em consideração o survivial horror, pois o seu antecessor, o Resident Evil 5 foi muito elogiado e não tinha nada de survivial horror.
                                                               
           



    Nota final- 7,5
 


     
   

terça-feira, 14 de maio de 2013

Análise- Dead Island

    Com o lançamento do novo game da franquia Dead Island, tive a vontade de zerar novamente o primeiro jogo da franquia. O Dead Island é um jogo de FPS com elementos de RPG que foi lançado em 2011 para Playstation 3, Xbox 360 e PC. Ele foi desenvolvido pela TechLand e publicado pela Deep Silver. No game você pode ser quatro personagens diferentes, Xian, Sam B,Logan ou Purna.Cada um desses personagens possui sua respectiva características e suas habilidades diferenciadas.
    O jogo se passa na ilha Banoi(fictícia), o protagonista acorda de ressaca após uma festa na ilha. Logo quando ele acorda ele percebe que as coisas mudaram. Após um tempo ele encontra Sinamoi. Ele diz que os quatro são imune ao vírus, ou seja, eles não vão virar zumbi. Com o passar do tempo você vai explorando o local e encontrando mais sobreviventes, mas poucos deles são marcantes.O enredo basicamente é isso, aparece alguns sobreviventes no decorrer do game, mas nada de tão importante, basicamente você precisa sair da ilha. Isso é ruim pois o enredo deixa como um ponto negativo do game.
      O gráfico do jogo é bom a primeira vista. Se você observar as paisagens da ilha, você vai se encantar, mas se chegar perto e reparar bem, vai ver que não é tão bom assim.A modelagem dos personagens chega a ser ridícula, eles não demonstram nenhuma expressão.A jogabilidade é boa. Você vai usar muito mais armas corpo a corpo do que armas de fogo,pois alem de serem escassas causam pouco dano. No game tem vários inimigos como walkers, infectados, Thugs , Butcher e huamanos.O pior dos problemas são os bugs, existem diversos bugs. Aconteceram vários com a minha jogatina e sendo um deles que comprometeu meu save e eu precisei reiniciar a campanha inteira.
       Embora o game apresente vários problemas, ele é praticamento coop e quando você e mais três amigos jogam juntos fica muito divertido e te faz esquecer dos problemas que o game apresenta.


   Nota final- 7,5